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Archive for setembro \29\UTC 2009

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No ano passado, o filme Maradona by Kusturica estreou nas salas de cinema de Portugal. Na correria para voltar ao Brasil acabei perdendo a oportunidade de vê-lo nos dois países em que me dividi em 2009.

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Antes do Post, vou me apresentear. Meu nome é Hernani e vou começar a postar aqui no Blog do Lá & Cá, sou editor também do OxenTI e Terabit. Espero que gostem dos meus textos e mantendo a linha do blog e trazer maior qualidade e diversificação. Sou Corintiano e Gosto do Valencia e Liverpool. Sem mais delongas vamos ao Post.

Muito se discute hoje em dia sobre as torcidas organizadas. Elas podem ser uma forma de manifestação do amor de uma torcida organizada pelo seu clube mas às vezes podem privar outros torcedores de fazer a sua festa.

GavioesTorcida Jovem
IndependenteMancha Verde

Muitas pessoas hoje em dia evitam de ir ao estádio com medo de brigas entre torcidas rivais, a falta da presença de jovens torcedores, crianças, mulheres, até mesmo uma familia se deve ao motivo de as torcidas não terem uma maior regularização nos estádios. Infelizmente isso é uma realidade e ter uma regularização por parte das federações estaduais poderiam fazer com que o esporte ganhasse muito mais. E que as pessoas não tivessem tanto medo de ir aos estádios como acontece nos dias de hoje.

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A novela das nove e quarenta e cinco

André Dias disse que o Flamengo não é um time grande. Petkovic retrucou: “Quem é André Dias?”. Foi o empurrão que faltava. Em período escasso de temas instigantes, nem mesmo a visita regular dos leitores me alavancou. Tampouco o bom jogo entre Cruzeiro e Palmeiras, no Mineirão, os erros de arbitragem. Eu quase escrevi sobre a fuga que é acusar o eixo São-Paulo. Que prazer dá fantasiar esquemas maquiavélicos que beneficiam as equipes paulistas! Existam eles ou não. Salvo engano, esbarrei em referências ao “eixo do mal”. Eis a novela das nove e quarenta cinco. (mais…)

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Eu confesso, querido leitor.

Sinto uma certa vaidade em pertencer a uma geração de São Paulinos que viu seu time conquistar o mundo por três vezes. Por tantas vezes dirigi meus olhos com certo desprezo para Santistas e Botafoguenses da minha geração. Pobres torcedores! O orgulho que sentem pelos esquadrões do passado é quase uma maldição. Uma certeza de que seus clubes atingiram o máximo de suas conquistas em um passado que não voltará.

Eu, por outro lado, sempre olhei para o passado com olhos mais leves. Olhos de quem busca pela história e não por dias melhores.

Pura ilusão.

Todo torcedor carrega o fardo de não ter contemplado parte da história de seus clubes. Botafoguenses choram por Heleno como gregos choram por Helena. Santistas lamentam pela extinção das tabelas Pepe-Coutinho-Durval. Ah, vascaínos! Ah, se o mundo parasse nos anos 40. Flamenguistas do passado, num momento de subversão do espaço-tempo, certamemente cantariam que Didi é melhor que Etoo.

E eu carrego também a minha desilusão.

Não vi Canhoteiro. Mas o que mais me fere é saber que jamais verei Canhoteiro.

Bailarino russo, Cantilflas, peladeiro, anarquista, galhofeiro… Canhoteiro é um amontoado de predicados que não me pertencem.

E, hoje, no seu 77º aniversário só me resta lembrar melancolicamente do craque nunca conheci.

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Foi o Alex, não o Orkut, que me avisou. Zizinho faria aniversário no dia 14 de setembro. Com atraso, prestamos homenagem a esse jogador, que me foi apresentado por Nelson Rodrigues. De forma misteriosa e instantânea, virou meu ídolo.  Bastaram poucas linhas sobre o craque para que eu suspeitasse: no ano seguinte à sua morte, calhou no meu time um camisa dez que se encaixa milimetricamente nas descrições rodrigueanas sobre Zizinho. Prova de sua imortalidade? Hoje, muitos dizem que esse tipo de jogador está em extinção.  Estarão os imortais sempre em extinção? (mais…)

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Tostão disse, em uma de suas colunas, que o olhar de um crítico não deve ser o mesmo de um técnico, defendendo-se daquela corriqueira acusação: “o crítico não vive aquilo sobre o qual ele fala”. Pois bem, eu iria escrever um texto, movido por alguma indignação, manifestando-me contra o comentário de alguns jornalistas a respeito do jogo entre Cruzeiro e Boca pela Libertadores da América. Mas, lembrando da frase de Tostão e da minha condição de cruzeirense, contive um pouco os ânimos. Resolvi amenizar o manifesto ao concordar que o olhar de um jornalista não deve ser o mesmo de um torcedor, sem, é claro, arredar o pé da minha constatação: o torcedor foi, nesse clássico sul-americano, mais imparcial. (mais…)

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Perdi uma derrota

Outra vez, lamentei não ter conquistado a Libertadores deste ano. Uma lamentação diferente das outras. As outras, impreterivelmente, amarguravam a ausência de uma conquista. Essa a de uma derrota. (mais…)

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