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Archive for novembro \26\UTC 2009

Impressão minha?

Ainda é um tanto estranho assistir aos lances da Copa dos Campeões no Globo Esporte. Justo na emissora que sequer tocava no assunto quando as partidas eram transmitidas pela Record, concorrente na TV aberta, e pela ESPN, concorrente na TV por assinatura. Véspera da final da competição, uma partida envolvendo, nada mais, nada menos, que Barcelona e Arsenal, e a Globo desconsiderava o acontecimento. Agora, todo um bloco é dedicado ao campeonato mais brilhante do planeta, diz a emissora. (mais…)

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Tutorial

Fazer um bolo de ameixa ou editar um video. Basta ter acesso à internet para chegar perto de uma habilidade desejada. Certamente as dicas dos internautas não farão de nós artífices exemplares, mas uma visada e nos tornamos, sem dúvida, pessoas mais capazes que aquelas de alguns minutos atrás.

Minha dúvida é a seguinte: exibir um curto video do Barcelona no Youtube, em uma preleção, fará dos jogadores de nossos times melhores passadores? Certamente não tocarão a bola como o time da Catalunha. Mas haveria, sequer, alguma melhora?

Contra a Inter de Milão, o Barcelona tocou a bola. Toques de primeira: Iniesta para Daniel Alves; Daniel Alves para Iniesta; Iniesta para Daniel Alves. Aparentemente, uma inútil troca de passes, em que a jogada não sai do lugar. Uma jogada inútil dessas – toque de primeira, rápido – não deve ter ocorrido uma vez sequer nesse campeonato brasileiro. Às vezes, arrisco que nenhum time do Brasil deu um passe como os do time do Barcelona. A velocidade e precisão de um toque, deixe ele um companheiro na cara do gol ou volte a bola de onde ela saiu, agora mesmo – são uma constante. Mas os jogadores não driblam, não seguram a bola? Influenciado pelo Tostão, digo que os Policarpo Quaresmas de agora esbravejariam: “— Eles tocam a bola porque não sabem driblar, não tem ginga suficiente para encantar e se refugiam no jogo pragmático”. Mas eles driblam. Houve um chapéu esteticamente apreciável e uma caneta que eu não via há algum tempo. Os dribles tornam-se mais fortes se acompanhados deste toque de bola. O adversário, acostumado com toques de primeira, com essa quantidade absurda de passes, pensa que no próximo lance haverá o toque, mas, de repente, o drible. Ou um passe não previsto. E o gol. Os gols vieram com a naturalidade que devolvemos a bola a um companheiro, de primeira. Claro, acompanhada da precisão que os jogadores do Barça devolvem uma bola de primeira.

Envolvida, a equipe da Inter, literalmente, assistiu ao Barcelona. Por isso, já adianto a resposta: não. A exibição de videos do time catalão não melhorará o toque de bola de uma equipe. A Inter de Milão assistiu, ao vivo, o tutorial e não conseguiu passar a bola daquele jeito. Digo mais: eles tentaram, tentaram imitar o adversário, como tentamos, involuntariamente, imitar os trejeitos de alguém admirado.

O toque do time italiano, de primeira, seco e rápido, subiu, pegou efeito imprevisto e saiu pela lateral.

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Quando você joga futebol com os amigos, colegas da empresa, sempre tem aquele que quer falar mais alto, ou chega muito forte nas jogadas e por fim cabeça quente durante partidas de futebol é comum, acredito que nem jogadores de Rugby guentam uma pancadaria geral num campo de futebol, ainda mais quando são times rivais, a famosa briga entre Palmeiras x Corinthians mostra isso, ontem tivemos não uma mais duas brigas, a primeira foi no jogo Plameiras x Grêmio, em um lance ao fim do 1º tempo uma falha do Zagueiro Mauricio provocou irritação no Atacante Obina que começaram a discutir e trocar socos, os dois foram expulsos, o Palmeiras perde a chance de ser campeão, e os dois são demitidos pelo comportamento.  Na mesma Noite após histórica virada do Fluminense em cima do Cerro Porteño, os jogadores do Cerro Porteño perdendo a classificação partiram para cima de gandulas, comissão técnica do Fluminense, e se estendeu aos jogadores.

Algum tempo atrás tivemos o caso dentro do São Paulo de André Dias e Hugo,  se desentendem e ficam naquela posição de briga de galo, famosa no futebol de campo.

Dizer que nada está sendo feito? Bom antigamente não tinham punições tão severas, mas a cada dia que passa tais atitudes mancham a carreira do Jogador, além de ser passivo de punições na Justiça. Se isso é comportamento de profissional, bom acredito que eu deveria estar jogando na seleção por ser exemplo de Jogador que respeita Fair Play, e em vez da briga só fica agitando, cada um tem uma função diferente não é mesmo?

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chorando

A semana começa, como de costume, com uma das instituições mais tradicionais do povo brasileiro:

O Chororô.

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O suicida

Cada um de nós é um suicida frustrado. E se ainda não estouramos os miolos, ou não pendemos de uma forca, não tomamos formicida, é que nos salva, sempre, em cima da hora, a nossa incorecível pulilanimidade vital. Mas, se cancelamos nosso suicídio, admiramos e, mais do que isso, invejamos o alheio. (mais…)

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robert enke

Ontem os fãs de futebol receberam uma triste notícia: o goleiro Robert Enke se matou jogando seu carro embaixo de um trem. O jogador, embora não fosse extremamente popular no Brasil, passou por Benfica, Barcelona (entre outros clubes), atualmente jogava no Hannover 96 e era presença certa na convocação da seleção alemã na próxima copa.

Talvez a primeira sensação seja a de perplexidade. Como pode um jogador que tem fama e dinheiro cometer suícidio? Esse tipo de pensamento só reforça o quanto temos dificuldade em enxergar os futebolistas como… pessoas! Seres que possuem vida social, problemas e estão, como nós da arquibancada, igualmente sujeitos à altos e baixos.

Enke havia perdido uma filha de dois anos e aparentemente a infecção que o afastou dos gramados só agravou seu caso crônico de depressão.

Estamos tão acostumados em enxergar nossos jogadores prediletos como deuses, que muitas vezes esquecemos que a morte é implacável até mesmo  para os grandes gênios da bola. A morte mais comum de um jogador é a velhice, quando as rugas e os cabelos brancos nos fazem esquecer que ali reside um craque. Não, leitor. Não há fuga. Se a beleza do futebol é tabelar a cada segundo com a vida temos que aceitar que a morte é o grande momento dessa partida.

A primeira história de suícidio que tive notícia foi a do, ex-goleiro do Fluminense, Castilho, quando ele deu seu último vôo do sétimo andar de um prédio.

A lista de jogadores suícidas não vai do goleiro ao ponta-esquerda, mas podemos citar os casos do ex-americano Maneco (que se matou por uma dívida de quarenta contos), Yiannis Koskiniatis, da terceira divisão grega e ainda o meia Sarkis Aroyana da seleção sub-19 da Armênia…

Ao pesquisar sobre o grande Castilho acabei por cair no livro “À sombra de chuteiras imortais” do grande Nelson rodrigues. Já havia lido o livro uma vez, mas tinha me esquecido da principal lição da história: nesse jogo, só as chuteiras são imortais.

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O futebol ensina: gratidão

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Crédito da imagem: http://colunistas.ig.com.br/abolanabota/

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