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Archive for the ‘Seleção Brasileira’ Category

Amanhã, como todo bom boleiro está cansado de saber, sai a convocação para a Copa do Mundo 2010. Eu certamente faria uma seleção bem diferente daquela que o Dunga levará à África do Sul. Mas o objetivo do post é tentar adivinhar o que se passa na cabeça do nosso treinador. Presumindo, claro, que passe alguma coisa…

Apostei na elogiada “coerência” do Dunga e antes dos meus palpites, deixo o sensacional pensamento do Millôr Fernandes reproduzido pelo Tostão em sua última coluna: “Coerente é um sujeito que nunca teve outra ideia”.

Goleiros:

Júlio Cesar. Vitor e Doni.

Defensores e laterais:

Juan, Lúcio, Thiago Silva, Luisão, Michel Bastos, Maicon, Dani alves, Gilberto.

Meio-campistas:

Gilberto Silva, Kaká, Ronaldinho, Felipe Melo, Ganso, Elano, Josué, Ramires.

Atacantes:

Robinho, L. Fabiano, Nilmar, Grafite

Não se esqueçam de me cobrar depois!



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Essa semana, Marcelo Barreto do Sportv cunhou uma frase de rara profundidade no canal campeão.

“Bellini inventou o gesto de erguer a taça. Carlos Alberto o de beijar a taça. E o Dunga o de xingar a taça.”

Pra quem não sabe, Bellini levantou a taça para que os jornalistas mais distantes pudessem vê-la e fotografá-la, gesto de humildade de um capitão campeão do mundo. Ali, arrebatado pela emoção da conquista, foi tudo que o capitão conseguiu fazer.

Carlos Alberto beijou a Jules Rimet, beijo de olhos fechados. Era o próprio país reconquistando o amor perdido na Copa anterior. Amor correspondido, aliás! Dizem que a taça se derreteu toda pelo Brasil.

E o Dunga? O capitão de ocasião daquele jogo não levantou a taça arrebatado de amor ou de emoção. O nosso atual treinador a levantou por seus críticos, a levantou por ódio e por uma vontade incontrolável de revide.

Dunga transformou um ato de amor em um ato de ódio! Ódio pelos jornalistas, pelo torcedor, pela “fracassada” seleção de 1982 , ódio pelo futebol mágico de Telê. Ódio sobretudo à todos aqueles que querem do futebol mais do que fácil sensação de prazer nas vitórias.

Anos depois nada mudou…

Dunga continua sendo o inimigo número um do lirismo no nosso futebol. Não que seu time jogue de forma feia! Nada disso! Mas o anão zangado continua a ser motivado pelo ódio ensandecido aos que criticam seu trabalho.

Suspeito que nosso treinador faça amor com sua esposa em resposta às suas ex-namoradas e pretendentes fracassadas.

Pobre Dunga!

Pobre de todo aquele que é incapaz de amar o seu amor.

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